quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Transparência precisa-se!

.
.
FREEPORT
.
Em entrevista à Rádio Renascença, Cândida Almeida não pôde revelar mais uma vez que está vinculada ao segredo de justiça. Em relação ao DVD citado nos últimos dias, que terá servido para as autoridades inglesas colocaram José Sócrates como suspeito na carta rogatória enviada para Portugal, foi prudente:
«Para que seja possível usar num processo escutas telefónicas ou captação de imagens e de som é preciso, primeiro, a gravidade do crime, segundo, que o Ministério Público proponha ao juiz das garantias e o juiz das garantias determine a autorização», explicou.
Do Portugal Diário
.
.

De acordo que o tal DVD poderá não servir de prova por causa de imperativos da lei.
.
Mas uma coisa é ser inocente porque não há nada que ligue a pessoa ao crime, outra é não ser condenado por falta de provas suficientes, outra é não ser condenado porque as provas não são admissíveis em tribunal, por imperativos da lei, mas no entanto existem.
.
É que aqui não estamos a falar de um vulgar cidadão, mas sim de um político, futuro candidato a chefe de Governo, pelo que, a opinião pública tem o direito de saber da seriedade e honestidade do mesmo.
.
Se fosse comigo, e eu estivesse perfeitamente descansado em relação à minha inocência, era eu mesmo que pedia que o tal DVD fosse tornado público, a bem da transparência.
.
Se assim não acontecer, a suspeita ficará sempre no ar, mesmo que a justiça declare não culpada a pessoa em questão, atendendo ao que escrevo no segundo parágrafo.
.
.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Novo Léxico Português

.
.
O meu amigo Ferreira Pinto fez o favor de me enviar, para aumentar a minha kultura, estes novos termos do léxico português, já na linha claro, do novo acordo ortográfico, que tão bem trata a língua portuguesa.

Como não sou egoísta, aqui vos deixo o novo dicionário, para que possam a partir de agora falar correctamente, sem serem notados e apontados como ignorantes da nossa língua pátria.


Alevantar
O acto de levantar com convicção, com o ar de 'a mim ninguém me come por
parvo!.. alevantei-me e fui-me embora!'.


Amandar
O acto de atirar com força: 'O guarda-redes amandou a bola para bem longe'


Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.


Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no
cimento.

Capom
Porta de motor de carros que quando se fecha faz POM!


Continuação
Utilizado no momento em que há separação, como cumprimento. Fica muito bem acompanhado de "saudinha da boa" ou "Tudo de bom" como resposta.

Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.

Disvorciada
Mulher que se diz por aí que se vai divorciar.

É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada
e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase. Muito
utilizado por jornalistas e intelectuais.

Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.

Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.

Estrespasse
Acto de passar qualquer estabelecimento.


Falastes, dissestes...
Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou,
TU FALASTES..

Fracturação
O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. Casa que
não fractura... não predura.

Há-des
Verbo 'haver' na 2ª pessoa do singular: 'Eu hei-de cá vir um dia; tu há-des cá vir um dia...'

Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho
esta palavra muita gira.
Também existe a variante 'Inclusivel'.


A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua
portuguesa, como 'bué' ou 'maning'. Ex.: Atão mô, tudo bem?

Nha
Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para
quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer 'Nha Mãe' e é uma
poupança extraordinária.

Númaro
Também com a vertente 'númbaro'. Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de
utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim, acho um bom
númaro!

Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.

Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex.: 'Sou
perssunal de futebol'. Dica: deve ser articulada de forma rápida.

Pitaxio
Aperitivo da classe do 'mindoím'.

Prontus
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'!
Fica sempre bem.

Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.

Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nosso pseudo-intelectuais.. Ainda
não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.

Runião
Ajuntamento de indivíduos com um fim preciso.

Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis.
O 'stander' é um dos grandes clássicos do 'português da cromagem'...

Tipo
Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua
portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode
ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É
assim... tipo, tás a ver?

Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.
.
.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Se o ridículo matasse!!!


Vacas na Praça de Espanha causam polémica


Pastam no meio do trânsito lisboeta para promoverem os Açores.

O pasto improvisado para vacas colocado na Praça de Espanha, com o intuito de promover o turismo nos Açores está a levantar polémica. A associação Animal classifica a campanha publicitária como um «absurdo». Já a consultora responsável pela iniciativa assegura que todos os requisitos legais foram cumpridos e que o «bem-estar» dos animais está a ser assegurado.

«É um absurdo que os animais sejam sujeitos ao stress causado pelo trânsito da Praça de Espanha, onde passam milhares de veículos todos os dias. Além disso, estes animais não têm um pasto adequado e estão sujeitos ao mau tempo, especialmente à chuva dos últimos dias», esclareceu ao PortugalDiário Miguel Moutinho, da Associação de Defesa dos Direitos dos Animais, ANIMAL.
«É uma questão de princípio. O facto destes animais estarem a ser «usados» em publicidade é condenável em si mesmo, uma vez que se baseia numa visão utilitária dos animais, que assim são tratados como peças que podem ser usadas em manobras publicitárias e não como indivíduos inerentemente respeitáveis», protesta a ANIMAL.


Excertos de notícia do Portugal Diário


Há coisas ridículas, e esta para mim, é uma delas!

É assim que certas associações a meu ver se descredibilizam, com a ânsia de protagonismo.

Então e cito, « estão sujeitos ao mau tempo, especialmente à chuva dos últimos dias», o que não acontece quando estão no campo a pastar, pois a referida associação deve pensar que no campo anda um tratador por vaca, com um chapéu de chuva!!!

Então e cito, « uma vez que se baseia numa visão utilitária dos animais, que assim são tratados como peças que podem ser usadas em manobras publicitárias e não como indivíduos inerentemente respeitáveis», uma vez que já não é uma “visão utilitária” matar as ditas vaquinhas para comer uns bifes, nem usá-las para reproduzirem vitelas para fornecer os talhos, para alimentar os ditos senhores da referida associação!!!

Ora abóbora!

Poderiam isso sim, embora não fosse muito relevante, era discutir o bom gosto ou mau gosto da acção publicitária e o esterco que forçosamente as vaquinhas hão-de deixar na Praça de Espanha, agora a “chuva” e a “visão utilitária” é mesmo de quem não tem mais nada que fazer e anseia por protagonismo!

Ainda por cima as vaquinhas até estão com um ar de serem muito bem tratadas!!!

.

.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A clarividência!!!

.
.
O companheiro de partido e amigo mais chegado, com um ar espantado, dizia:

- Ó Zé, desculpa lá mas essa de uma das nossas prioridades ser o casamento gay, não consigo entender. Então a nossa prioridade não devia ser enfrentar a crise e o défice das contas públicas?

O Zé, tentando manter a calma, disse com voz baixa para não denotar a irritação que a intervenção do outro lhe tinha causado:

- Gaita, será que eu tenho de explicar tudo? Será que vocês não são capazes de pensar com as vossas cabeças? É demais caramba!

Tomando fôlego, continuou:

- Está-se mesmo a ver, que aprovada a lei dos casamentos gay, esse pessoal vai todo a correr para as Conservatórias para finalmente usufruírem daquilo que tão duramente conquistaram. Vocês já perceberam bem a quantidade de casamentos gay que vão acontecer, e os valores que os cofres do Estado vão receber em taxas, emolumentos e por aí fora? Não é preciso fazer-vos um desenho, pois não?

Emudecidos com tal clarividência, “les compagnons de route”, quedaram-se silenciosos, admirados mais uma vez com a sagacidade do seu chefe.
.
.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Tiro ao lado!!!

.
.
Amnistia Internacional arrasa D. José Policarpo
.
Organização recomenda que Cardeal Patriarca de Lisboa peça desculpa
.
A Amnistia Internacional considera «discriminatórias e separativas» as
declarações do cardeal-patriarca de Lisboa sobre o casamento entre católicas e muçulmanos, sustentando que fomentam a «intolerância» e atentam contra o «espírito de fraternidade e paz».
Em comunicado citado pela Lusa, a Amnistia Internacional repudia as declarações, que considera «graves», pelo seu teor «discriminatório e separativo».
«O líder da Igreja Católica portuguesa, ao proferir declarações separativas e discriminatórias, atenta contra o espírito de fraternidade, paz e progresso social consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos», acusa a Amnistia, defendendo que os «problemas nas relações resultam da natureza humana, não da raça ou religião que se professe».
A organização recomenda que D. José Policarpo se retrate publicamente, uma vez que as afirmações proferidas «são ignição de mais intolerâncias, mais incompreensões, mais polarizações de opiniões, em muito desfavoráveis ao diálogo intercultural e religioso que impõem os Direitos Humanos e a paz social».

Do Portugal Diário


Reparemos bem no título sensacionalista desta notícia!

« Amnistia Internacional arrasa D. José Policarpo»

Apeteceu-me telefonar ao Cardeal Patriarca para lhe manifestar a minha solidariedade e o meu apoio, porque coitado deve estar arrasado!!!
Esta gente para chamar a atenção escreve coisas que não lembram ao “mais pintado”.

Em primeiro lugar quero desde já dizer que, julgo eu, o Cardeal Patriarca, não tendo dito nada que não seja verdade, poderia ter utilizado outros termos e outro modo de chamar a atenção para um problema que é verdadeiro.

Com efeito são inúmeros os casos de mulheres ocidentais, cristãs ou não, casadas com muçulmanos, que depois sofrem na pele o modo como essa cultura trata as mulheres.

Se ficam a viver nos seus países de origem, (os das mulheres, claro), ainda têm a possibilidade de, perante as atitudes e tratamento do marido, poderem divorciar-se e ficar livres desse casamento que se torna escravidão.

Mas se por um acaso da vida vão viver para os países de origem dos maridos, então as coisas complicam-se e conhecemos bem os casos de completa escravidão, (para nós ocidentais), a que muitas vezes essas mulheres são sujeitas.

Os homens acabam por casar com outras mulheres e a estrangeira passa a ser a escrava da casa e das outras.
Há muitos casos conhecidos e até um caso americano de resgate de uma mulher americana de um país árabe, usando a força, (tipo golpe de mão militar), pois de outro modo não seria possível dar a liberdade a essa mulher.

Logicamente haverá também muitos muçulmanos que assim não procedem, mas o aviso deve ser feito.

Quanto à Amnistia Internacional, que nos vai habituando aos seus alinhamentos políticos, perdeu uma boa altura para estar calada, quando as violações dos direitos humanos das mulheres nos países árabes, são uma constante diária.

Atentar contra «o espírito de fraternidade, paz e progresso social consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos», como diz a Amnistia Internacional, é o modo como as mulheres, os homossexuais de que hoje se fala tanto, os não religiosos, ou não muçulmanos, por exemplo, são tratados na maioria dos países árabes.

Mas isso, provavelmente, a Amnistia Internacional acha que cabe na “sua” interpretação dos Direitos Humanos.

Para além disso e ainda a Amnistia Internacional deveria saber que a Igreja em Portugal e nos diversos países do mundo, não tem um “líder”, pois o Cardeal Patriarca é um Bispo em tudo igual aos outros, que apenas “respondem” perante o Papa.
.
A haver um suposto “líder” seria sempre então o Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, que por acaso não é D. José Policarpo.
.
.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Sem Palavras e sobretudo Sem Vergonha!!!

.
Armando Vara promovido na CGD quando já estava no BCP
Armando Vara foi promovido na Caixa Geral de Depósitos (CGD) um mês e meio depois de ter abandonado os quadros do banco público para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Portugal (BCP), de acordo com o jornal «Público».
O ex-administrador da CGD e ex-quadro da instituição, com a categoria de director,
foi promovido ao escalão máximo de vencimento, ou seja, o nível 18, o que terá reflexos para efeitos de reforma.
A promoção, do escalão 17 para o 18, foi decidida pelo conselho de administração a 27 de Fevereiro de 2008
, já pela administração de Faria de Oliveira, que ascendeu ao cargo após a saída de Carlos Santos Ferreira e dos administradores Armando Vara e Vítor Manuel Lopes Fernandes para a administração do maior banco privado.
Contactados os respectivos gabinetes de comunicação pelo mesmo jornal, o BCP esclareceu que Vara «se tinha desvinculado definitivamente da CGD», remetendo para o banco público o esclarecimento sobre essa desvinculação. Por parte da CGD, fonte oficial adiantou que Armando Vara se
«desvinculou da sua relação laboral com a CGD no dia 15 de Janeiro de 2008, conforme publicamente conhecido».

Do Portugal Diário
.
.
Mas esta maralha não tem mesmo vergonha nenhuma?
.
E o Presidente da República não põe cobro a isto?
.
Será por troca com a situação do Dias Loureiro?
.
E não há maneira da gente se revoltar e pôr esta gajada na ordem?
.
E eu também o que faço contra isto, para além de expressar aqui a minha indignação?
.
.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Parecenças!!!

.
.
Há uns anos atrás, lembram-se no dia 25 de Abril de 1974, foi feita uma revolução, para mudar um regime, um governo, por variadíssimas razões, todas elas bem fundamentadas e apoiadas pelo Povo Português.

Uma das razões, lembram-se, é que o estado dominava a economia, estrangulava as empresas, a banca, e intervinha em tudo o que era tecido empresarial e gestão das empresas, dominando a banca, mesmo a que se dizia privada.

Era também razão, que o estado era o maior empregador e que o desenvolvimento da economia não podia depender das obras públicas e das benesses do estado, sobretudo e ainda por cima repartidas apenas pelos “amigos”.

Deixo então esta pergunta:

E o que aconteceu em 2008, ao nível da economia, terá alguma similitude com o que acima refiro, ou acham que não?
.
.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

SANTO NATAL


Sou cristão católico, convicto e de vivência diária, e disso não faço segredo.
Por isso, nesta quadra tão especial, que só tem sentido porque:

«E o amor de Deus manifestou-se desta forma no meio de nós: Deus enviou ao mundo o seu Filho Unigénito, para que, por Ele, tenhamos a vida.» 1 Jo 4,9

venho desejar a todas e todos aqueles que visitam este espaço um Santo Natal, vivido como a manifestação maior do amor de Deus à humanidade, para que a humanidade entenda o amor e o viva como irmãos, todos filhos do mesmo Deus.

Não vos esquecerei nas minhas orações neste Natal.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

CDS - PP?

.
Já não tenho muita paciência para a política, mas de qualquer maneira lá fui ler e tentar perceber o que se passava pelo CDS, nestes últimos tempos de eleições internas.

E fui, por que foi o primeiro partido em que votei, não tanto pelo professor que me parece acabará no Bloco de Esquerda, mas por Amaro da Costa e Francisco Lucas Pires, que a par com Francisco Sá Carneiro eram políticos criativos, inventivos, agregadores, gostássemos nós deles ou não.

E a primeira coisa que me saltou à vista foi uma votação no “líder” a lembrar os melhores tempos da URSS, ou o recente congresso do PCP, que não sei se foi tão avassaladora como esta do CDS.

E de repente fez-se luz no meu “pinsamento”!

Há uns tempos que tentava perceber aquela do CDS-PP e finalmente percebi a coisa!

Caramba o homem é paciente, e conseguiu levar a “água ao seu moinho”.

Demorou tempo, teve até alguns revezes pelo meio, mas finalmente o partido acabou por ter a verdadeira dimensão do seu nome:

Centro Democrático Social “do” Paulo Portas!
.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Não têm vergonha nenhuma!!!

.
«Ser deputado não é uma escravatura», diz Almeida Santos
Histórico do Partido Socialista defende que não haja votações à sexta-feira

A polémica da falta dos deputados continua a gerar reacções. Agora é o história do Partido Socialista, Almeida Santos, que defende os faltosos e até sugere que não haja votações à sexta-feira.
«Não se paga aos deputados o suficiente para que sejam todos apenas profissionais, sobretudo quando são profissionais do direito ou fora do direito.
No caso do advogado, se tem um julgamento não pode estar na assembleia e no julgamento ao mesmo tempo», começou por dizer, em declarações à RTP.
«Quanto às justificações para as faltas, é verdade que a sexta-feira é, em si própria uma justificação, porque é véspera de fim-de-semana. Eu compreendo isso. Talvez esteja errado que as votações sejam à sexta-feira.
Não julguemos também que ser deputado é uma escravatura, porque não é, nem pode ser.
É preciso é arranjar horas para a votação que não sejam as horas em que normalmente seja mais difícil e mais penoso estar na Assembleia da República», frisou.
Portugal Diário
.
Esta gente não tem mesmo vergonha na cara!
.
Como é possivel dizer tanta bacorada, em tão pouco tempo, e ter tanta falta de vergonha para se conseguir produzir tais afirmações.
.
Não escrevo mais nada sobre isto porque me causa asco!
.
Mas deixo aos leitores que por aqui passarem o espaço dos comentários, para se indignarem, com a promessa de que colocarei sobre esta noticia, neste espaço, os seus comentários.
____________________________________________
Comentários:
..
MaF_Ram disse...
... e é este o tipo de gentinha a quem nós delegamos o poder de nos representar!!!Pobres de nós, tão mal parados!
15 de Dezembro de 2008 9:50
.
A. João Soares disse...
Mas que se pode esperar deles?Qual foi a carreira que seguiram? Em geral, foram maus estudantes, sem perspectivas de vida, pelo que se encostaram às jotas, onde, à custa de aplausos nos comícios e de loas aos líderes conquistaram direito a melhores avaliações no partido e boas classificações nos estudos dadas por professores do partido. Não esquecer que muitos só se licenciam depois de fazerem uns favores a universidades e mestres (!)Por esse caminho vão a assessores, deputados, autarcas, secretários de Estado, ministros e até...Deles, por isso, não se pode esperar competência nem valores éticos ou morais.São o que são e, em consequência, o País é o que é!!!As agências de emprego especializadas na política (partidos) não olham a competência, mas a nome e família ou amizade de outros elementos do clã.AbraçoJoão
15 de Dezembro de 2008 10:58
.
Ferreira-Pinto disse...
Andamos a afinar pelo mesmo diapasão ... pois irei dedicar umas linhas ao assunto, embora em perspectiva diferente, no meu próximo escrito.Deixo aqui apenas uma nota de rodapé, melhor, deixo duas:- Almeida Santos deve estar caduco, a padecer de senilidade acelerada ou a gozar connosco;- aos restantes, e a ele também, digo apenas que é preciso topete para tanto descaramento.
.
Tiago R Cardoso disse...
Almeida santos delira com o calor e congela as ideias com este frio, só pode ser.
.
Blondewithaphd disse...
Eu acho tudo isto o cúmulo da sem-vergonhice! É qu eo meu desgraçado salário serve para pagar faltistas! Porque é que não fazem a coisa simplisíssima de contratos com exclusividade? Quem quer quer, quem não quer, não entre na política! Já agora, nós os desgraçados dos representados, gostaríamos, de facto, de ser representados!
.
.
.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Assim não vamos lá!!!


.
Constâncio está entre os banqueiros mais bem pagos

Vale uma remuneração anual de perto de 250 mil euros por ano

Portugal Diário


Compreende-se agora porque é que o homem não tem controlado como deve ser a actividade bancária em Portugal.

Está desmotivado!

Como é possivel que num país rico como o nosso, o Governador do Banco de Portugal não ser o mais bem pago de todos os banqueiros?

Não só fica desmotivado quando se compara aos seus congéneres em todo o mundo, como se sente fragilizado, inferiorizado, em relação aos banqueiros privados, que ganham muito mais do que ele!

Assim não vamos lá!

É preciso uma campanha para repôr o poder de compra do "pobre" Governador do Banco de Portugal, sob pena de sermos olhados como uns "pobretanas"!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Pobre Democracia!

Neste fim de semana, o PCP, realizou o seu “não sei quantos” Congresso, que mais uma vez, unanimemente, votou naqueles que lhe eram apresentados.
Discussão não houve, ao que se sabe, que isto é gente que sabe tudo e detém a unanimidade do saber.

Basta ver as noticias para nos apercebermos disso mesmo!


Comité Central do PCP eleito em reunião à porta fechada
Publico
.
O Comité Central do PCP foi hoje eleito, no XVIII Congresso Nacional, em Lisboa, com 98 por cento dos votos, oito votos contra e 17 abstenções.
Pela segunda vez, a eleição foi feita por voto secreto, através de sistema electrónico, "por imposição de uma lei dos partidos anti-democrática", que impõe o voto secreto.
Lusa

É curioso reparar que os comunistas consideram prática anti-democrática o voto secreto, o que se compreende, pois não podem aferir os anti-democratas que votam contra as suas propostas.
.
Sempre me fez confusão esta coisa de em Portugal serem proibidos partidos nazis ou fachistas, (e muito bem, digo eu), mas não serem proibidos partidos comunistas.
.
Ora vejamos:
Aqueles partidos são proibidos, porque advogam ditaduras, porque são reminiscências de ditaduras ferozes como a nazi na Alemanha e a fachista na Itália.
Mas que raio, os partidos comunistas não são também filhos dilectos do partido comunista da União Soviética, que embora ainda se esteja a fazer a história já sabemos que ultrapassou largamente em “ferocidade” as outras duas ditaduras?
.
Há, deve ser porque os nazis e os fachistas eram racistas e xenófobos!
Aí sim, há uma diferença grande, porque os comunistas mataram, prenderam e expulsaram gente de todas as raças e cores!
.
Talvez seja porque os comunistas agora reciclaram e são democratas!
Mas alguém deu hipóteses aos nazis e aos fachistas de se tornarem também democratas?
.
E já agora, será que o partido comunista já retirou do seu ideário a “ditadura do proletariado”?
.
Pois, mas o partido comunista tem razão de existir, porque há cerca de 10%, mais coisa menos coisa, de portugueses que votam nele.
Mas nós nunca podemos saber se haveria portugueses que votassem num partido nazi ou fachista, porque eles estão proibidos!
.
Bem, neste momento alguns que lêem isto já me chamaram anti-comunista primário, para além de outros mimos.
E perante o descrito, perante um partido que afirma que Cuba, a Coreia da Norte e a China, por exemplo, são democracias, que defende as FARC e outras coisas como tais, afirmo que sim, que sou anti-comunista primário, exactamente como sou anti-nazi primário e anti-fachista primário!
.
Se a Constituição proíbe uns, (e muito bem), por atentarem contra a democracia, também devia proibir os outros cuja prática sempre se revelou exactamente igual!
Ou então expliquem-me lá esta coisa toda, porque eu não consigo entender!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

1º de Dezembro de 1640


Hino da Restauração (1640)
.
Portugueses celebremos
O dia da Redenção
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação.
.
A Fé dos Campos de Ourique
Coragem deu e valor
Aos famosos de Quarenta
Que lutaram com ardor.
.
P'rá frente! P'rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.
.
Ávante! Ávante!
É voz que soará triunfal
Vá ávante mocidade de Portugal!
Vá ávante mocidade de Portugal!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O Conselheiro de Estado

Leio diversos comentários e indignações sobre o facto do Presidente da República manter o Dr. Dias Loureiro como conselheiro de estado.

Pelos vistos o “estatuto” dos referidos conselheiros de estado não permite a sua exoneração, o que leva à conclusão que para o referido senhor deixar o Conselho de Estado precisa de morrer, ou que o Presidente da República seja deposto ou renuncie, ou ainda que o próprio renuncie.

Mas o Presidente fez, a meu ver, aquilo que podia e devia fazer, ou seja, chamou o homem e perguntou-lhe, com certeza sob compromisso de honra, se alguma das acusações que lhe eram feitas, eram verdadeiras.
O conselheiro, pelos vistos, respondeu que não e que era inocente de todas as acusações que lhe eram imputadas.

Ora o Presidente da República não podia ter outra atitude que não seja manter o conselheiro de estado, não lhe pedindo, (o que era possível), que renunciasse ao cargo.

Se procedesse de outro modo, ou seja, se pedisse a renúncia a Dias Loureiro, (que ele aceitaria fazer, com certeza), estava a abrir a porta a que cada vez que fosse escolhido alguém que não fosse da preferência dos “grupos de pressão”, aparecessem umas acusações que serviriam para levar à demissão o conselheiro em causa.
O Presidente da República não é inspector da policia, nem lhe compete investigar cidadãos, que para além do mais se presumem inocentes até prova em contrário.

Sabemos bem por experiências passadas, que se houve muitos acusados que se “safaram” por “falta” de provas, também houve alguns injustamente acusados que ficaram com a sua dignidade manchada.

O Presidente da República tem-me desiludido em muitas coisas mas nesta particular dou-lhe razão.
E não é por causa de Dias Loureiro, que não conheço nem me é particularmente simpático, mas porque acho que procedeu correctamente e da única forma possível.

Outra coisa é Dias Loureiro, que conhecerá com certeza a sua vida, e por isso saberá se tem ou não culpas no cartório.
Se as não tem, que durma descansado embora obviamente indignado com o que dele dizem.
Se as tem, então essas culpas agravam-se, porque mentiu ao País, mentiu ao Presidente, mentiu ao amigo, e colocou esse amigo, que é Presidente da República, numa situação, para não dizer mais, incómoda.
E digo tudo isto porque quero acreditar que entre as mulheres e homens deste país, ainda há uma réstea de dignidade, e que ainda se pode confiar na palavra de um amigo.
Estarei a sonhar alto, provavelmente!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Ah bem, estava a ficar preocupado!

«Não vou parar», garante Ana Gomes
Deputada promete ter intervenção política mesmo que abandone o Parlamento Europeu


Portugal Diário


Ora aqui está uma notícia importante e que nos deixa muito mais descansados!

Calculem bem que eu não tenho dormido a pensar que a senhora ia parar!

Assim, sim, para isto é que serve a informação, caraças!

Bem cá para mim, apesar de tudo, se ela parasse não me fazia grande diferença, até porque não sou muito adepto de gente truculenta!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

E é só ele???

DN: «Santana e Carmona investigados por novas suspeitas de corrupção»

Trata-se de dois processos de loteamento na zona oriental de Lisboa, aprovados em 2006 pelo executivo de Carmona, que surgem na sequência de uma alteração do PDM, aprovada ainda pela presidência de Santana.

Do Portugal Diário


Agora que o homem, Santana Lopes, se perfila, ou já é candidato à Câmara de Lisboa, vamos ver a quantidade de processos que serão iniciados contra ele, que irão ser do conhecimento público e que não serão resolvidos antes das eleições!

Informo desde já que até nem gosto como político de Santana Lopes, e que nem sequer voto em Lisboa, mas as coisas que hão-de aparecer aí pela comunicação social não terão conta.

Logicamente afirmo que se o homem tem “culpas no cartório”, qualquer que seja o “cartório”, têm que ser investigadas e punidas em caso de culpa provada, mas que o sejam sem arrastamento, ou seja, até às eleições.

É que toda a gente se ri de Santana Lopes, toda a gente desvaloriza a sua candidatura, (que não sei se será boa para Lisboa, mas isso é problema dos “alfacinhas”), mas a verdade é que me parece realmente que a dita candidatura provoca algum receio nos outros candidatos.

“A ver vamos, como diz o cego”!!!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

América, América!!!

Descansem que não vou escrever sobre o mesmo, ou seja, se o homem é capaz ou não de levar por diante o fardo da Presidência dos EUA, ou que estamos todos muito felizes e contentes por ele ter sido eleito e por aí fora.

Não, não vou escrever sobre isso, mas sobre três coisas que toda a gente constatou, mas talvez não tenham interiorizado verdadeiramente.

A primeira foi o discurso de vitória de Barack Obama, um discurso a todos os títulos notável.
Sim pode-se dizer que teve uma carga emocional muito grande, que foi um rendilhado de palavras bonitas mas que espremidas não dão em nada.
Pode-se dizer até que teve aqui e ali uns laivos sonhadores, mas a verdade é que é muito bom ouvir da boca de alguém que vai presidir aos EUA, um discurso tão humano, tão solidário, tão recheado de esperança.
Porque, deixem-me colocar o dito popular ao contrário, «enquanto houver esperança há vida»!

A segunda foi o discurso de derrota de John Mcain, outro discurso notável e de uma grande dignidade.
Não arranjou desculpas, não descobriu conflitos nem diferenças, antes preferiu, com um grau de sinceridade que me pareceu genuíno, elogiar o seu oponente, transmitindo uma imagem de que o tinha deixado de ser, para passar a ser o seu Presidente como se fosse escolha sua.
Sei que muitos fazem este tipo de discurso na hora da derrota, mas John Mcain pareceu-me, repito-o, verdadeiro nas palavras que proferiu.

A terceira é a constatação de facto, do “american dream”.
Para os detractores dos EUA, (também não sou um fã incondicional), esta eleição constituiu, quer queiram quer não, a prova de que nos EUA as oportunidades estão abertas a todos e que a sua democracia, embora por vezes muito complicada e cheia de coisas de “arrepiar os cabelos”, funciona e é real.
Vimos republicanos notáveis a apoiarem Obama, sem dramas nem teatros.
Vimos “afro-americanos”, (tem de dizer-se assim agora), a apoiarem também Mcain sem problemas.
Vimos enfim, que a coisa funciona e as pessoas se sentem livres de fazer as suas escolhas, atendidas, claro está, as pressões vindas de todos os lados, sobretudo dos media.

Já tínhamos visto um presidente do mais poderoso país do mundo demitir-se porque tinha cometido um erro imperdoável naquela democracia e vemos agora um “afro-americano” ser eleito presidente desse mesmo país.

Apetece-me dizer também:
«God save América»!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Um erro "íngricola"!!!

Aí estávamos nós, nas férias grandes, (quando elas eram mesmo grandes), nos campos da província, que tanto gostávamos de correr e percorrer.

A caminho do rio, (que nesse tempo tinha a água límpida que até se viam os peixes), para um mergulho no açude, apanhando a fruta das árvores e comendo-a directo, sem qualquer medo ao tratamento do sulfato, “caçando” uma rã aqui outra acolá, ou até para maior aventura uma cobra de água, lá íamos desfrutando tudo aquilo que não nos era dado em Lisboa, terra dos estudos.

Claro que, se apesar de tudo sabíamos distinguir uma maçã de uma pêra, um milho de um trigo, um estorninho duma rola, outros frutos, outras culturas, outros animais, revelavam-se mais difíceis de distinguir.

Também, tínhamos de “aprender” tudo no Verão e não nos esquecermos no resto do ano!

Mas até dava gozo chegar a Lisboa e por vezes ser gozado pelos outros como provincianos, mas depois nas aulas, quando se tratava das coisas práticas ligadas com a “ingrícola”, um tipo dar uma de conhecedor, até para além daquilo que os próprios professores conheciam realmente.

Pois bem, um dia os meus primos, (companheiros permanentes de férias), e eu, durante uma dessas deambulações pelos campos, deparámos com um campo carregadinho de saborosos melões, e que sabíamos pertencentes ao meu pai, pelo que “estávamos em casa”.

Logo tomamos a decisão de abrir um para experimentar e logo também se colocou a pertinente dúvida:
Serão melões, ou abóboras?

Os nossos conhecimentos “ingrícolas” não chegavam a tanto e então eu, como filho do proprietário, senti-me empossado na autoridade de poder dar umas ordens, que logicamente foram no sentido de experimentar a abrir um/uma e depois logo se via.

A primeira era obviamente uma abóbora e disso não restavam dúvidas, mas a sede e vontade de comer, a graça que tinha partir aqueles frutos numa pedra para ver o interior, e a certeza inabalável de que o meu pai com certeza ali teria melões, levou-me a continuar e “autorizar” que a busca do melão continuasse.

Passado algum tempo sem encontrarmos nenhum melão, parámos a procura, e foi então que nos deparámos com um campo de abóboras completamente devastado pela ignorância “ingrícola” de um bando de rapazes que tiveram de se render à evidência que passavam mais tempo em Lisboa, que na província.

Mas agora era preciso dar uma explicação ao verdadeiro proprietário, que para além de não ser pessoa que gostasse de mentiras, tinha umas mãos que pareciam umas pás.

Aí, os meus primos chegaram à brilhante conclusão de que sendo eu filho, me competia a mim arrostar com as consequências, já que eles tinham a noção de que a coisa também iria chegar aos ouvidos do pai deles e assim escusavam de levar duas vezes.

Pareceu-me justa a explicação e decidi então que eu sozinho iria explicar ao meu pai o inexplicável.

Quando cheguei perto dele e vi o seu olhar, do alto do seu metro e oitenta e cinco, percebi que embora ainda não tivessem sido inventados os telemóveis, a noticia tinha corrido célere e que ele já estava de posse de todos os dados da “façanha” do seu filho.

Perante esta constatação não hesitei e contei a verdade nua e crua, pois para além da “estragação“ feita, tive de reconhecer a minha incapacidade de conhecimento no campo da “ingrícola”.

Olhou para mim e deu-me um estalo, tentando controlar a sua força, mas que mesmo assim me levou de ventas ao chão.

Quando me levantei, olhou para mim com um ar muito sério, embora me tenha parecido também um pouco trocista, e disse:
«Levas um estalo, não por causa do estrago que fizeste, mas por não seres capaz de distinguir uma abóbora de um melão. Que vergonha!»

Voltou as costas e afastou-se de mim e eu ia jurar que o tremer das costas dele era porque se ia a rir de mim.

Não sei o que me doeu mais no momento, se o estalo, se a vergonha de não ser capaz de distinguir uma abóbora de um melão!!!
_____________________________
.
Hoje, dia das eleições na grande América, veio-me ao pensamento esta história verdadeira, que se passou comigo, e escrevi-a com o gozo da comparação entre as eleições para o Presidente dos EUA e uma coisa tão simples e tão comezinha como esta.
Já agora, será que algum dos dois candidatos saberá distinguir uma abóbora de um melão, no campo.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Pontos de vista!!!

Ferreira Leite esteve «quase a raiar o xenófobo»
«Foi uma frase muito infeliz e quase a raiar o xenófobo, um pouco caricata vinda de uma líder de um partido político pretensões a ser governo», afirmou o porta-voz do PS, Vitalino Canas, em declarações à Agência Lusa.

Chávez: «Quero falar com o negro [Obama]»
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou este domingo que as relações do seu país com os Estados Unidos podem melhorar se Barack Obama vencer as presidenciais norte-americanas de terça-feira e disse-se disposto a conversar com ele, «o negro», como sempre se referiu ao norte-americano.
Chávez, que falava no seu habitual programa de domingo na televisão venezuelana, frisou todavia que um encontro com Barack Obama terá sempre de ser «em termos respeitosos e de igual para igual». «Esperamos que, com o negro, entremos numa nova fase», disse.

Do Portugal Diário


Se para o PS, na voz do seu porta voz, Ferreira Leite esteve «quase a raiar o xenófobo», então o que é o dilecto amigo Chávez, do PS, do Primeiro deste país, esteve «quase a raiar»?

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Ah, "ganda" "pogresso"!!!


Hoje na minha "santa terrinha", tivemos desde as oito horas da manhã, até às dezasseis horas da tarde sem electricidade!

Isto é que é progresso, caraças!

Isto é que é pertencer à Europa, chissa!

Não, não foi para arranjar a linha, foi mesmo uma avaria numa tal subestação que parece ser do tempo da "pedra lascada"!

E como está tudo muito informatizado, quando se telefona a perguntar o que se passa, respondem de Lisboa, com a brilhante informação, igual ao longo do dia, de que não têm previsões para o tempo de demora da resolução da avaria.

Pudera, os gajos se calhar nem sabem onde fica a minha "santa terrinha"!

Mas o que muito me incomodou, foi pensar nos jovens daqueles lugares, muito chateados, porque se tinham acabado as "pilhas" aos Magalhães e não os podiam recarregar!!!

Ah, "ganda" "pogresso"!!!!